sábado, 20 de setembro de 2014

Anatomia da mensagem visual

Expressando o que recebemos mensagens visuais em três níveis ou representacional aquilo que vemos e identificamos com base no meio ambiente e na experiência o abstrato a qualidade cinestésica de um fato visual reproduzido a seus componentes visuais básicos e elementares enfatizando os meios mais diretos emocionais e mesmo primitivos da criação de mensagem e o simbólico hogwarts universo e sistema de símbolos os pecados que o homem criou arbitrariamente eo clawd atribui o significado de todos esses níveis de resgate de informação são interligados e se sobrepõe mas é possível estabelecer distinções suficiente entre eles citam modo que possam ser analisados tanto em termos de seu valor como tática potencial para criação de mensagens quanto em termos de sua qualidade no processo de visão.

A visão define o ato de ver em todas as suas ramificações mesmos com precisão de detalhes e aprendendo identificamos todo o material visual elementar de nossas vidas para mantermos uma relação mais competente com o mundo esse é o mundo no qual compartilhamos céu e mar árvore relva areia terra noite e dia esse é o mundo da natureza vemos o mundo que criamos o mundo de cidades aviões casa de máquinas é o mundo da manufatura e da complexidade da tecnologia moderna aprendendo instintivamente a compreender e atuar psico fisiologicamente no meio ambiente e intelectualmente a conviver e a operar com esses objetos mecânicos que são necessários para nossa sobrevivência tanto e sentir intelectualmente grande parte do processo de aprendizado aprendizagem a visão é o único elemento necessário a compreensão virtual para falar ou entender uma língua não é preciso ser alfabetizado não precisamos visualmente alfabetizados pra fazer é o compreender mensagens acabou por manifestar se com ou sem o auxílio de aprendizagem assim como se desenvolve na história também eu falei na criança o input visual e profundo importância para a compreensão e à sobrevivência no entanto toda a área de visão tem sido parte mentada e vem sofrendo um processo de pessoas importante importância enquanto meio fundamental de comunicação para essa abordagem bastante negativa é que o talento ea competência visuais não eram vistos como acessíveis a todos ao contrário do que ocorria com aquisição e domínio da linguagem verbal isso não é mais verdadeiro se é que alguma vez eu fui baixa do presente ea maior parte do futuro o instagram não está nas mãos de uma geração condicionada pela fotografia pelo cinema e pela televisão o que terá na câmera no computador virtual um importante complemento intelectual o meio de comunicação não se nega o outro se a linguagem pode ser comparada ao modo visual deve compreender que não existe uma competição entre ambos mas que eu preciso simplesmente avaliar suas respectivas possibilidades e termo de viabilidade o alfabetismo visual tem sido sempre será uma extensão da capacidade exclusiva que o homem tem de criar mensagens.

A reprodução da informação visual natural de ser acessível a todas deve ser ensinada e pode ser aprendida mas é preciso observar que nela não há um sistema estrutural extrema semelhança da linguagem complexa que exige diz respeito ao aumento da importância sintética no funcionamento das percepções do organismo humano ver e compreender aquilo que vemos a solução de problemas que está estreitamente ligada ao modo visual podemos até mesmo reproduzir a informação visual que nos cercam através da câmera e mais ainda preservada expand lá com a mesma simplicidade de que somos capazes através da escrita e da leitura e o que é mais importante através da impressão e da produção em série da linguagem o difícil é como fazer a comunicação visual pode ser entendida apreendida expressa? A pena ir em são excetuando se as crianças e os povos primitivos eles conheciam o fato de possuir essa competência por exemplo todos somos capazes de ver e conhecer o pássaro podemos ampliar o conhecimento até a generalização de toda uma espécie e seus atributos para alguns observadores a informação visual não vai além do nível primário de informação. Para Leonardo da Vinci, um pássaro significa voar e seu estudo desse fato levou a tentar a invenção de máquinas voadoras temos um pássaro talvez não se especifica de pássaro digamos uma pomba isso é o significado v**** de paz o amor vou viver na área não se detém diante do óbvio através da superfície dos fatos visuais vou mais além e chega a esfera é muito mais ampla de significado.

Elemento básico | O movimento

Como no caso da dimensão, o elemento visual do movimento se encontra mais frequentemente implícito do que explícito no modo visual. Contudo, o movimento talvez seja uma das formas visuais mais dominantes da experiência humana. Na verdade, o movimento enquanto tal só existe no cinema, na televisão, nos encantadores móbiles de Alexandre Calder e onde quer que alguma coisa visualizada e criada tenha um componente de movimento, como no caso da maquinaria ou das vitrines. As técnicas, porém, podem enganar o olho; a ilusão de textura ou dimensão parecem em reais graças ao uso de uma intensa manifestação de detalhes, como acontece com textura, e uso da perspectiva e luz e sombra intensificadas, como no caso da dimensão. A sugestão de movimento nas manifestações visuais estáticas é mais difícil de conseguir sem que ao mesmo tempo se distorça a realidade, mas está implícita em tudo aquilo que vemos, e deriva de nossa experiência completa do movimento na vida. Em parte, essas ação implícitas se projeta, tanto psicológica quanto cinestesicamente, na informação visual estática. Afinal, a exemplo do universo tonal do cinema acromático que tão prontamente aceitamos, as formas estáticas das artes visuais não são naturais a nossa experiência. Esse universo imóvel e congelado é o melhor que fomos capazes de criar até o advento da película cinematográfica e seu milagre de representação do movimento.

Observe-se porém que, mesmo nessa forma, não existe o verdadeiro movimento, como nós o conhecemos; ele não se encontra no meio de comunicação, mas no olho do espectador, através do fenômeno fisiológico da "persistência da visão". A película cinematográfica é na verdade uma série de maio imagens imóveis com ligeiras modificações, as quais, quando vistas pelo homem a intervalos de tempo apropriados, fundem-se mediante o fator remanescente da visão, de tal forma que o movimento parece real.
Algumas das propriedades da "persistência da visão" podem constituir a razão incorreta do uso da palavra "movimento" para descrever tensões e ritmos compositivos nos dados visuais quando, na verdade, o que está sendo visto é fixo e móvel. Um quadro, uma foto ou uma estampa em tecido podem ser estático, mas a quantidade de repouso que compositivamente projetam pode implicar movimento, em resposta a ênfase é a intenção do artista ao concebê-los. O processo da visão não é pródigo em repouso.
O olho explora continuamente o meio ambiente, em busca de seus inúmeros métodos de absorção das informações visuais. A convenção formalizada da leitura, por exemplo, segue uma sequência organizada. Enquanto método de visão, o esquadrinhamento parece ser desestruturado, mas, por mais que seja regido pelo acaso,  as pesquisas e medições demonstram que os padrões de esquadrinhamento humano são tão individuais e únicos quando as impressões digitais. É possível fazer essa medição projetando-se uma luz no olho e registrando-se, sobre um filme, o reflexo na pupila à medida que o olho completa alguma coisa. O olho também se move em resposta ao processo inconsciente de medição e equilíbrio através do "eixo sentido" e das preferências esquerda-direita e alto-baixo. Uma vez que dois ou mesmo todos esses três métodos visuais podem ocorrer simultaneamente, fica claro que existe ação não apenas no que se vê, mas também no processo da visão.
O milagre do movimento como componente visual é dinâmico. O homem tem o usado a criação de imagens e de formas com múltiplos objetivos, dos quais um dos mais importantes é a objetivação de si mesmo. Nenhum meio visual pôde até hoje equiparar-se a película cinematográfica enquanto espelho completo e eficaz do homem.
Todos esses elementos, o ponto, a linha, a forma, a direção, o tom, a cor, a textura, a escala, a dimensão e o movimento são componentes irredutíveis dos meios visuais. Constituem os ingredientes básicos com os quais contamos para o desenvolvimento do pensamento e da comunicação visual. Apresentam o dramático potencial de transmiti informações de forma fácil e direta, mensagens que podem ser aprendidas com naturalidade por qualquer pessoa capaz de ver. Essa capacidade de transmitir o significado universal tem sido universalmente reconhecida mas não buscada com a determinação que a situação exige. A informação instantânea da televisão transformará o mundo numa aldeia global, diz McLuhan. Mesmo assim, a linguagem continua dominando os meios de comunicação. A linguagem separa, nacionaliza; o visual unifica. A linguagem é complexa e difícil; o visual tem a velocidade da luz, e pode expressar instantaneamente um grande número de idéias. Esses elementos básicos são os meios visuais essenciais. A compreensão adequada de sua natureza e de seu funcionamento constitui a base de uma linguagem que não conhecerá nem fronteiras nem barreiras.
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Elemento básico | A dimensão

Representação de dimensão em formatos visuais bidimensionais também depende da alusão. A dimensão existe no mundo real. Não só podemos senti-la, mas também vê-la, com o auxílio de nossa visão de estereóptica e binocular. Mas em nenhuma das representações bidimensionais da realidade, como o desenho, a pintura, a fotografia, o cinema e a televisão, existe uma dimensão real; ela é apenas implícita. A ilusão pode ser reforçada de muitas maneiras, mas o principal artifício para simulá-la é a convenção técnica de perspectiva. Os efeitos produzidos pela perspectiva podem ser intensificados pela manipulação tonal, através do claro-escuro, a dramática enfatização de luz e sombra.
A perspectiva tem fórmulas exatas, com regras múltiplas e complexas. Recorre à linha para criar efeitos, mas sua intenção final é produzir uma sensação de realidade. Há algumas regras e métodos bastante fáceis de demonstrar. Mostrar de que modo dois planos de um cubo que aparecem nos nossos olhos depende, em primeiro lugar, de que se estabeleça o nível do olho. Só há um ponto de fuga no qual um plano desaparece.

Em termo ideais, os aspectos técnicos da perspectiva estão presentes em sua mente graças a um estudo cuidadoso, e podem ser usados com grande grande liberdade.

A perspectiva predomina na fotografia. A lente compartilha com olho algumas das propriedades deste, e simular a dimensão é uma das suas capacidades principais. Mas existem outras diferenças cruciais. O olho tem uma ampla visão periférica algo que a câmera é incapaz de produzir.

A amplitude de campo de câmera é variável, ou seja, o que ela pode ver e registrar é determinado pelo alcance focal de sua lente. Mas ela não pode competir com o olho sem a enorme distorção de uma lente olho-de-peixe. A lente normal não tem absolutamente a amplitude de campo do olho, mas o que ela vê se aproxima muito da perspectiva do olho. A teleobjetiva pode registrar informações visuais de uma forma inacessível ao olho, contraindo o espaço como um acordeon. A grande angular aumenta a amplitude do campo, mas também não é de modo algum capaz de cobrir a área dos olhos. Mesmo sabendo que a câmera tem sua perspectiva específica e diferente da do olho humano, uma coisa é certa: a câmera pode reproduzir o ambiente com uma precisão extraordinária e uma grande riqueza de detalhes.

A dimensão real é o elemento dominante no desenho industrial, no artesanato, na escultura e na arquitetura , e em qualquer material visual em que se lida com volume total em real. Esse é um problema de enorme complexidade, e requer capacidade de pré-visualizar e planejar em tamanho natural. A diferença entre o problema da representação do volume em duas dimensões é a construção de um objeto real em três dimensões.
É essa enorme complexidade de visualização dimensional que exige do criador uma imensa capacidade de apresentação do conjunto. Para a boa compreensão de um problema, a concepção e o planejamento de um material visual tridimensional existe em sucessivas etapas, ao longo das quais se possa refletir e encontrar as soluções possíveis. Primeiro vem o esboço, geralmente em perspectiva. Pode haver um número infinito de esboços, inquiridores e descompromissados. Depois vêm os desenhos de produção, rígidos e mecânicos. Os requisitos técnicos e de engenharia necessários à construção ou manufatura exigem que tudo seja feito com riqueza de pormenores. Por último, apesar dos altos custos que acarreta a elaboração de uma maquete talvez seja a única forma de fazer com que as pessoas de pouca sensibilidade para a visualização possam ver como uma determinada coisa vai ficar em sua forma definitiva.
Apesar de nossa experiência humana total estabelecer-se em um mundo dimensional, tendemos a conceber a visualização em termos de criação de marcas, ignorando os problemas especiais da questão visual que nos são colocados pela dimensão.

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Elemento básico | A escala

Todos os elementos visuais são capazes de se modificar e se definir uns aos outros. O processo constitui, em si, o elemento daquilo que chamamos de escala. A cor brilhante ou apagada, dependendo da justaposição, assim como os valores tonais relativos passam por enormes modificações visuais, dependendo do tom que lhes esteja ao lado ou atrás. Em outras palavras, o grande não pode existir sem o pequeno. Porém, mesmo quando se estabelece o grande através do pequeno, a escala toda pode ser modificada pela introdução de outra modificação visual. A escala pode ser estabelecida não só através do tamanho relativo das pistas visuais, mas também através das relações com o campo ou com o ambiente. Em termos de escala, os resultados visuais são fluidos, e não absolutos, pois estão sujeitos a muitas variáveis modificadoras.
A escala é muito usado nos projetos e mapas para representar uma medida proporcional real. A escala costuma indicar, por exemplo, que 1cm=10km, ou 1cm=20km. No globo terrestre são representadas distâncias enormes através de medidas pequenas. Tudo isso requer uma certa ampliação de nosso entendimento, para que possamos visualizar, em termos da distância real, as medidas simuladas num projeto ou mapa. A medida é parte integrante da escala, mas sua importância não é crucial. Mais importante é a justaposição, o que se encontra ao lado do objeto visual, em que cenário ele se insere; esses são os fatores mais importantes.
No estabelecimento da escala, o fator fundamental é a medida do próprio homem. Nas questões de design que envolvem conforto e adequação, tudo o que se fabrica está associado ao tamanho médio das proporções humanas. Existe uma proporção ideal, um nível médio, e todas as infinitas variações que nos fazem portadores de uma natureza única. A produção em série é certamente regida pelas proporções do homem médio, e todos os objetos grandes, como carros e banheiras, são a elas adaptados. Por outro lado, as roupas produzidas em série são de tamanho muito variável, uma vez que são enormes as diferenças de tamanho das pessoas.
Existem fórmulas de proporção nas quais a escala pode basear-se; a mais famosa é a seção áurea grega, uma fórmula matemática de grande elegância visual. Para obtê-la é preciso seccionar um quadrado e usar a diagonal de uma de suas metades como raio, para ampliar as dimensões do quadrado, de tal modo que se converta num retângulo áureo. Na proporção obtida, a:b=c:a.
Há muito outros sistemas de escala; a versão contemporânea mais importante é a que foi concebida pelo falecido arquiteto francês Le Corbusier. Sua unidade modular, na qual se baseia todo o sistema é o tamanho do homem, e a partir dessa proporção ele estabelece uma altura média de teto, uma porta média, uma abertura média de janela, etc. Tudo se transforma em unidade e é passível de repetição. Por mais estranho que pareça, o sistema unificado da produção em série incorporadora esses efeitos, e as soluções criativas do design com frequência se vêem limitada pelos elementos de que se dispõe para trabalhar.
Aprender a relacionar o tamanho com o objeto e o significado é essencial na estruturação da mensagem visual. O controle da escala pode fazer uma sala grande parecer pequena e aconchegante, e uma sala pequena, aberta e arejada. Esse efeito se estende a toda manipulação do espaço, por mais ilusório que posso ser.



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